Cora Coralina

1 de out de 2009


"O saber a gente aprende com os mestres e os livros.
A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes."


Cora Coralina






(imagem alheia)




Cora Coralina


"O saber a gente aprende com os mestres e os livros.
A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes."


Cora Coralina






(imagem alheia)




Gibran Khalil Gibran



"Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:

Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas - as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas - e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente, gritando:

"Ladrões, ladrões, malditos ladrões!"

Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.

E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: "É um louco!". Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua.

Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei: "Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!"

Assim me tornei louco.

E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."


Gibran Khalil Gibran
Trecho do livro "O Louco"


(imagem alheia)


Gibran Khalil Gibran



"Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:

Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas - as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas - e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente, gritando:

"Ladrões, ladrões, malditos ladrões!"

Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.

E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: "É um louco!". Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua.

Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei: "Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!"

Assim me tornei louco.

E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."


Gibran Khalil Gibran
Trecho do livro "O Louco"


(imagem alheia)


Um ano.

29 de set de 2009


Pai... Saudades.

Quando se perde "um pai", não apenas o pai, mas o homem símbolo de referência da sua vida, que te ensinou a ser gente, deu exemplos de dignidade e com sua sabedoria te ensinou os caminhos da decência, da lealdade, da amizade, do respeito, que deu educação, não a escolaridade apenas, mas a educação literalmente e acredita que você é e pode ser um ser humano melhor a cada dia e sua vida é o exemplo disso, não só com palavras, mas com atitudes... Sente... Sente falta, um vazio irreparável que nada substituirá.
Quando menina eu o ouvi dizer :

-Pela minha filha eu ponho o corpo no fogo.

Então eu digo, eu não ponho a mão no fogo pelos meus filhos não, por isso eu sei o que perdi e posso afirmar com todas as letras, ele... MEU PAI, nunca sentiu calor em nenhuma parte do corpo que abalasse a confiança que me depositava.


Eu perdi "UM PAI".


AZUL...Sua cor preferida e minha também.







 
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